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Encontre um momento de paz, agora!

Respire fundo… e perceba que existe uma maneira fácil para reduzir o estresse, raiva, ansiedade e medo. Há uma maneira de encontrar um estado de espírito mais calmo, mais focado neste momento. Mesmo se você não foi capaz de meditar antes…

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Corpo: a morada da alma

Corpo: a morada da alma

Você já deve ter ouvido por aí que quando as emoções são reprimidas e ignoradas o corpo acaba sofrendo com isso. Pode ser uma dor muscular, dor de cabeça, alergias ou até o excesso de peso. Sim! Talvez essa dor que você esteja sentido tenha um fundo emocional. Isso não significa que seja uma invenção da sua cabeça, pelo contrário, ela é real! Então além de cuidar da dor, saiba que é necessário cuidar do emocional também.

Porém, não sabendo o que fazer, algumas pessoas acabam repetindo velhos padrões; acreditando que ao fazerem isso, tudo ficará bem. Por um período até fica, mas tem prazo de validade, e em algum momento necessitará encontrar novas formas de estar no mundo, mas até perceberem isso, atuam na vida de forma automática, sem realmente vivê-la plenamente.

Percebi isso, quando comecei a estudar sobre o emagrecimento. Algumas pessoas reclamavam do efeito sanfona ou da dificuldade que tinham para emagrecer e manter o peso desejado. Cheguei a conclusão que não basta focar no corpo ou na mente separadamente. É essencial que você perceba seu corpo e sua mente de forma única e integral. Tome consciência da real importância desses dois em sua vida e reflita como você tem se tratado. No infográfico abaixo preparei 06 dicas para você fazer as pazes com o seu corpo e alcançar uma vida plena e feliz! Cuide-se e tenha paciência com você. 🙂

Infográfico Dos 6 Passos

Resoluções para transformar seu ano em um ano incrível!

Resoluções para transformar seu ano em um ano incrível!

Quando um ano termina e outro começa, a história é sempre a mesma; todos querendo fazer do ano que está entrando o melhor ano de suas vidas. Acredito que seja por aí mesmo, procurar sempre nos superarmos, fazer o nosso melhor, mas na maioria das vezes, são apenas promessas, que na maioria das vezes nem são cumpridas. Mas como fazer para mudar isso?

Pensando nisso, resolvi dar um empurrãozinho. Mas lembre-se que isso é algo que você pode começar a fazer a qualquer momento; não precisa esperar começar o ano, mudar o mês ou esperar a segunda-feira chegar. Algumas mudanças podem iniciar assim que você terminar de ler esse texto. Simples não?

Para começar pedirei que você faça uma reflexão acerca do que tem acontecido. Logo abaixo apresentarei algumas perguntas que te ajudarão nesse processo, por isso é importante que tire um tempo para responde-las calmamente. E nada de responder mentalmente, ok? Pegue um caderno e uma caneta e mãos à obra!

Na maioria dos casos, as pessoas costumam reclamar dos acontecimentos passados; eu me pergunto com que finalidade, afinal reclamar não gera mudanças. Tenha isso em mente, ok? Com isso, ao invés de ficar remoendo tudo que deu errado ou não saiu como você queria, recomendo que você passe a escrever todas as coisas boas que aconteceram no ano que passou. De acordo com tudo o que você escreveu, qual você considera a mais positiva?

Aposto que relembrar esses fatos devem ter gerado uma sensação de bem-estar em você; e ainda arrisco dizer que você deve ter se percebido com um sorriso no rosto, perfeitamente normal, afinal são suas memórias trabalhando a seu favor. O próximo passo é relembrar todos os momentos de superação vividos no ano que passou; registre também os talentos que te ajudaram nesse processo de superação; esse exercício ajuda a ampliar seu senso de auto eficácia.

É importante anotar tudo, pois é comum as pessoas viverem suas vidas de forma tão automática que nem chegam a valorizar as coisas boas que acontecem. Com isso, vão vivendo suas vidas como se não fossem os responsáveis por ela. E falando em responsabilidade, aproveite para analisar de que forma você tem aproveitado o seu tempo. Lembrando que o tempo é igual para todas as pessoas. Você tem utilizado ele corretamente?

Após toda essa reflexão, gostaria que anotasse o maior aprendizado que você leva para a sua vida; é claro que, não poderíamos esquecer das pessoas que foram importantes nesse momento, anote todas! Após ter feito esse registro, circule o nome das três mais importantes e aproveite para escrever uma mensagem (pode ser uma carta, e-mail, WhatsApp…o que você quiser), informando à essas pessoas o quanto elas foram importantes em sua vida; e com isso, você trabalhará a gratidão. 🙂

E para finalizar, anote uma palavra, a primeira que vier à sua mente que sirva como um resumo do ano que você passou. Falo ano, mas você pode fazer quinzenal, mensal, bimestral, ou seja, como você quiser. Apenas esteja atenta para fazer!

Desejo que você possibilite a mudança que deseja para a sua vida!

Um  grande beijo e um excelente ano para você! 🙂

Ps.: Aproveite e assista esse vídeo que gravei sobre as áreas a vida.

O que aprendemos com as perdas?

O que aprendemos com as perdas?

Em fevereiro desse ano tive contato com o livro “O túnel e a luz” da autora e psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross e desde então venho refletindo sobre a temática da morte e das perdas. Na verdade, o correto a dizer seria em como essas perdas influenciam na vida.

perdas

Como a autora, também não acredito em coincidências; consciente ou inconscientemente, criamos nossa realidade através de atitudes e escolhas que fazemos ao longo da vida. Tais escolhas acabam nos direcionando por um determinado caminho; algumas vezes gostamos e outras não; neste caso, geralmente é possível retornar e ir em outra direção, mas precisamos considerar primeiramente o desejo para que isso aconteça.

Em sua experiência com pacientes em situação de luto, a autora percebe que somente ao final da vida é que os pacientes acabam valorizando as dificuldades vividas, afinal são através delas que ocorrem aprendizagens que nos remetem ao crescimento pessoal. Isso me faz pensar nas publicações que li a respeito do tema resiliência, na qual se refere à capacidade que um indivíduo tem de se recuperar diante de uma adversidade. Quanto mais resilientes formos, maior será nosso nível de saúde e bem-estar.

No dia 31 de janeiro de 2016 quando meu pai partiu definitivamente dessa vida; senti e ainda sinto sua falta. Algumas vezes até me emociono ao lembrar dele. Isso é normal e até saudável. Ele não era uma pessoa carinhosa e não tinha o hábito de expressar seu amor, mas era nos apertos que eu percebia claramente o quanto ele gostava de mim. Por mais que algumas vezes discordasse da minha opinião, sempre me apoiava em todas as minhas decisões. Ele não era uma pessoa perfeita, pelo contrário, tinha seus defeitos, mas escolho guardar comigo o que ele tinha de bom.

Neste momento você pode estar se perguntando por que estou compartilhando algo tão íntimo, e mais, o que isso tem a ver com a saúde e com o bem-estar? A resposta é simples e ao mesmo tempo de uma imensa complexidade. A maioria das pessoas apresentam uma certa resistência em lidar com a morte e com a perda. Mas, desde que nos entendemos por gente sabemos que um dia morreremos e que as pessoas que amamos também partirão. Nesse sentido, tratamos a morte como se ela fosse um bicho papão, e por outro lado, vivemos a vida como se não tivesse fim, mas ela tem!

Quando pensamos na vida, não tem como não pensarmos nas relações humanas; afinal, os seres humanos são seres relacionais. E atualmente, com todo o aparato tecnológico disponível, não estamos valorizando devidamente essas relações. As pessoas, em sua maioria, estão conectadas ao virtual e desconectadas do real. Com isso, a autora aponta o seguinte: “uma das piores mortes que podemos experimentar é exatamente esta: as pessoas se desconectarem de nós”. Além disso, a impressão que tenho é que só valorizamos algumas pessoas depois que as perdemos; e não falo apenas da morte não, mas do cuidado no dia a dia com quem amamos e queremos bem. Já escutei alguns relatos apontando descaso com familiares, apenas por serem familiares, como se isso fosse motivo para descontar suas frustrações. E aí eu te pergunto: como você tem cuidado das suas relações?

Além das relações, outro ponto que acho pertinente abordar se refere ao medo. Algumas pessoas têm tanto medo de morrer, que não se dão conta que baseiam suas escolhas de vida pautadas no medo. Com isso, acabam escolhendo sobreviver por medo de críticas e julgamentos e não se permitem experimentar o melhor que a vida pode oferecer. A preocupação com o que o outro pensará a nosso respeito é algo que muitos vivenciam; além disso, rotulamos o que não compreendemos. E nessa guerra interna, acabamos virando reféns de nós mesmos.

Se quisermos que alguma mudança aconteça no mundo e principalmente em nossas vidas, é necessário fazermos contato com nosso crítico interno e acolhe-lo. É essencial diminuirmos o volume das críticas e dos julgamentos que passam como um filme dentro de nossas cabeças, pois isso só traz negatividade para nossas vidas. Algumas pessoas prestam tanta atenção ao que não gostam e ao que não querem que se esquecem completamente de valorizar o que gostam e o que querem da vida. A partir do momento em que buscamos nos curar: a vida flui.

Precisamos encarar a vida como uma escola, no qual aprendemos diariamente. E como sairemos dela, só depende das escolhas que fizermos. Não basta apenas mudar nossa forma de pensar superficialmente, é preciso entrar realmente em contato com o nosso propósito de vida e com os nossos valores; trabalhar nosso emocional, afinal se não amarmos a nós mesmos, não teremos condição de amar o próximo.

E para finalizar, compartilharei uma citação da Virginia Satir que se encontra no livro:

“Quero amá-lo sem oprimi-lo;
Apreciá-lo sem julgá-lo;
Unir-me à você sem invadi-lo;
Convidá-lo sem nada exigir;
Deixá-lo sem culpa;
Avaliá-lo sem censurá-lo;
E ajudá-lo sem insultá-lo.
Se eu puder ter o mesmo de você, então podemos realmente nos encontrar e enriquecer um ao outro. ”

(Virginia Satir)