Escolha uma Página

Fiquei muito feliz quando a Soraya me convidou para ser parceira no blog. Este é meu post de estreia e a ideia é compartilhar com vocês um pouco sobre o processo de trabalhar por conta própria. Sou graduada em Propaganda e Marketing e trabalhei em empresas como TOTVS, FECAP e São Paulo C&VB. Desde 2009 trabalho de forma independente, você pode conhecer mais do meu trabalho no meu site: cristianethiel.com.br

Segurança ou Liberdade

Agora vamos ao post!

“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade.

A liberdade não é um fim, mas uma consequência.”

(Leon Tolstoi)

Começo com essa citação porque a aventura de trabalhar por conta própria tem tudo a ver com liberdade e principalmente com verdade. A sua verdade.

Muitas pessoas iniciam o trabalho por conta própria após perderem o emprego. Fomos ensinados a buscar segurança, por isso estamos sempre almejando um cargo numa boa empresa, com carteira assinada, empregos formais ou o velho sonho do funcionalismo público. Ser concursado. Ter estabilidade.

Aí que entra o dilema. Segurança ou Liberdade?

A primeira análise que você precisa fazer sobre si mesmo é se você tem realmente perfil para esse nível de independência. Trabalhar por conta própria significa você ter que buscar seus clientes, investir em estudos, relacionamentos, comprar equipamentos, e assim vai. Esqueça a ideia de que você vai trabalhar menos, dormir até tarde, ter 30 dias de férias, 13° salário. Nada disso. Você vai trabalhar mais!

Que loucura, né?

É exatamente por isso que trabalhar por conta própria tem tudo a ver com a sua verdade. É uma tremenda furada você apostar numa carreira no funcionalismo público se você não tiver esse perfil. Essa segurança pode significar infelicidade. Da mesma forma que investir em um trabalho autônomo sem se conhecer bem para entender seus limites e objetivos pode ser desastroso.

Somente se você estiver realmente se dedicando a algo que você acredita e ama que você vai estar definitivamente disposto a se entregar, se doar. Aqui temos mais um ponto que deixa claro porque tudo isso tem a ver com a sua verdade.

Se você pensa em iniciar um negócio próprio, mas tem dúvida do que fazer, existem quatro passos simples, leve o tempo que precisar, pergunte às pessoas próximas a você, pense, analise e responda:

1. Quais são as coisas que você mais gosta de fazer? Pense em tudo, não se limite a tarefas diretamente relacionadas ao seu trabalho atual ou ao trabalho que você almeja. Pense de forma ampla. Tudo. Gosta de viajar? Gosta de escrever?

2. Agora faça o mesmo para determinar as coisas nas quais você é realmente bom. Pergunte a seus amigos, parentes, colegas de trabalho, faça sua própria lista.

3. É a hora de combinar as duas listas. O que você gosta de fazer e ao mesmo tempo é bom? Realmente bom, não apenas OK. Aquilo que todo mundo diz: “Pede pro fulano!”

4. Você já sabe tudo que você gosta, no que você é realmente notável e só falta uma coisa, o que pode ser empacotado e vendido? Ou seja, o que as pessoas pagariam para você fazer?

“Coisas boas acontecem quando você cria oportunidades.”

É assim que começamos a desenhar qual será nosso modelo de negócios. Algumas pessoas descobrem tudo isso num momento de necessidade, mas você não precisa esperar para se aventurar. Faça essa análise sobre você e inicie agora mesmo sua jornada.